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Terça feira.
Aquele dia que vem logo apos o dia mundial da preguiça.
E nós, da Eu Leio Brasil, decidimos recompensar nossa legião de fans com 10 fatos sobre o homem onipresente nas antologias da Rico Editora.
Ele que sabe perguntar onde fica o banheiro em um número inacreditável de línguas, ele que não tem a menor dó de dar nó na sua cabeça com suas proposições filosóficas: Aquele que segundo os proprios amigos usa seu próprio selo de qualidade, o Tony Stark das Antologias Rodrigo Ortiz Vinholo!
1- Dependendo de como você contar, eu já escrevi mais de mil contos! Além das minhas mais de 50 participações em antologias, mais coletâneas de contos ainda não publicadas e projetos soltos, em 2017 eu escrevi 365 contos como parte do meu projeto “1 Ano, 1 História, 1 Capítulo por Dia” (apesar do nome, os contos são histórias individuais). Se você contar microcontos, com as coleções da minha página Histórias Súbitas, somadas a esse material acima, eu passo de mil contos!
2- Eu sou poliglota! Eu adoro estudar línguas, então além do português falo inglês fluente e tenho conhecimento avançado em espanhol e japonês. De resto, eu arranho em francês e sei um pouquinho de alemão, russo (inclusive, leio cirílico) e esperanto. Sou um maníaco do Duolingo, com mais de 1000 dias de prática consecutivos.
3- Apesar de hoje trabalhar com publicidade e literatura, por cerca de 10 anos também fui jornalista freelancer! Com foco em games e entretenimento em geral, trabalhei como crítico de games (EGM Brasil, Nintendo World, entre outras revistas) e crítico de cinema (para o finado Portal POP). Também escrevi consideravelmente sobre internet e tecnologia.
4- Eu tenho um diário de sonhos! Eu adoro a maneira como sonhos podem inspirar as pessoas e traduzir o mundo de maneiras estranhas, então desde meus 18 anos eu mantenho um diário de sonhos. Algum dia, talvez eu o edite, escolha alguns destaques e lance uma versão em forma de livro, nem que seja em uma edição limitada.
5- Sou um bibliófilo! Sei que isso não é novidade para nenhum escritor, mas não consigo me desapegar de livros, e loto todo espaço que posso da casa com minha coleção. Tenho até mesmo os livros e quadrinhos que tinha quando era criança.
6- Não bebo, não fumo, não uso drogas e também não como carnes. E me divirto ainda assim, acreditem, talvez até mais do que muita gente que usa. Para ser justo: minhas únicas drogas são café e açúcar (ainda que meu café seja sem açúcar).
7- Considero minhas principais influências literárias Machado de Assis, Kurt Vonnegut e Neil Gaiman, mas caberia um panteão inteiro de autores, incluindo alguns que moldaram minha infância e caráter, como Henfil, Ziraldo e Mauricio de Sousa.
8- Tenho bons amigos e conheço muita gente, mas tendo a ser do tipo que recarrega as baterias na solidão. Ah, e não tenho ritmo para bagunça ou para conversar o tempo todo, o que pode fazer com que eu suma um pouco, especialmente no WhatsApp e em redes sociais.
9- Eu faço muita coisa ao mesmo tempo, e sempre estou envolvido com múltiplos projetos, seja como autor, organizador, editor ou um pouco de tudo, e ainda que isso por vezes custe meu tempo livre e horas de sono (já nem tenho mais esperança de botar o Netflix em dia), eu não faria diferente.
10- Eu acredito que não existe história que conte apenas os fatos que ela explora, portanto eu busco deixar em todas minhas obras uma mensagem maior, direta ou indiretamente. Mesmo em meus contos de terror/horror ou suspense, eu falo e continuarei a falar sobre relações interpessoais, sobre a condição humana, sobre identidade, sobre pacifismo, honestidade e outros tantos temas que me são importantes. Minhas obras nunca darão sermão, mas elas nunca deixarão de ter esse viés filosófico, social e, de certo modo, político. E, é claro, sou sempre fiel a esses valores, e sempre curioso com as questões que tento exprimir em minha obra.